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PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

PIB do Agronegócio - Dados de 1995 a 2015

  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1995 e 2015).

    Relatório completo de maio/16

    Em meio à perspectiva macroeconômica desfavorável, em que o mercado prevê queda de 3,27% no PIB Brasileiro, conforme levantamento do último relatório Focus do Banco Central , o PIB do agronegócio brasileiro acumulou alta de 1,79% de janeiro a maio ante igual período de 2015. O destaque segue sendo o ramo agrícola, que cresceu 2,73% no período, enquanto o ramo pecuário caiu 0,26%. O movimento de elevação no ramo agrícola atrelou-se ao maior patamar de preços, notadamente do segmento primário (alta de 14,25% na média ponderada do segmento). Destacam-se as altas expressivas de preços do milho e da soja, produtos que exercem impacto direto sobre a alimentação animal e, por consequência, nos custos das atividades pecuárias.
    No ramo pecuário, segue como destaque a alta de preços do leite (8,60% de crescimento real acumulada entre janeiro e maio com relação ao mesmo período do ano anterior), motivada pela baixa oferta do produto no mercado – com impacto consequente sobre a indústria de laticínios. Os mercados de animais vivos e carnes seguem tendo reflexos do menor poder de compra do consumidor interno, que tem optado pela substituição e redução na demanda – neste contexto, o alívio segue com as exportações, que têm atingido elevados patamares, beneficiadas pelo dólar ainda valorizado. O câmbio também vem exercendo impactos positivos sobre agroindústrias como celulose e papel, açúcar e óleos vegetais, que seguem em alta. Por outro lado, ainda se verifica forte recuo da produção nas indústrias de madeira e mobiliário e têxtil-vestuarista, mais voltadas ao mercado interno, conforme tem se verificado desde o início de 2016.
    Ao consumidor final, a alta nas cotações de produtos agropecuários tem se refletido em inflação dos alimentos. Mesmo com o PIB em perspectiva de queda, e a demanda do consumidor em constante contração, os preços gerais da economia persistem em aceleração ao longo do ano. O IPCA, medida oficial da inflação no país, acumulou alta de 4,05% de janeiro a maio deste ano. Segundo dados do IBGE, os preços dos alimentos seguiram subindo em torno de 1% a. m. de janeiro a abril, e em maio está taxa foi de 0,78%.

    (Cepea)



    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.

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     PIB Agro CEPEA-USP/CNA  
     Nota metodológica 
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     PIB Agro: Diferenças entre Cepea e IBGE 
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