CENTRO DE ESTUDOS AVANÇADOS EM ECONOMIA APLICADA - ESALQ/USP
 INSTITUCIONAL         ÁREAS DE PESQUISAS         IMPRENSA         CONTATO 
"A pesquisa que se aplica ao seu dia a dia"
 English     Español     Français     Deutsch 
 
    Açúcar        Algodão        Arroz        Bezerro        Boi        Café        Citros        Etanol        Frango        Ovos        Hortifrutícolas        Leite        Mandioca        Milho        Soja        Suíno        Trigo   
 INDICADORES DE PREÇOS 
 ÍNDICES EXPORTAÇÃO AGRO 
 PIB AGRONEGÓCIO - BR 
 PIB CADEIAS AGROPEC.
 PIB AGRO MINAS GERAIS 
 PIB AGRO SÃO PAULO 
 ECONOMIA FLORESTAL 
 MERCADO INTERNACIONAL 
 ECONOMIA SOCIAL 
 ADECA - VIAB. ECONÔMICA 
twitter/CepeaEsalq
facebook/CepeaEsalq
Vídeo Institucional
  21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro    21 mar 2012    PIB-AGRO/RJ: Cepea prepara cálculos do PIB do Agronegócio do Rio de Janeiro 
HomePIB do Agronegócio pibcepea@usp.br
 
PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

  • Perspectivas para 2015 - Relatório Expandido
    Release

    PIB do Agronegócio - Dados de 1994 a 2013
  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1994 e 2013).

    Relatório completo de Março/15

    O PIB do agronegócio brasileiro recuou em março, pela primeira vez no ano, 0,12%. Ainda assim, no acumulado do trimestre o resultado manteve-se positivo em 0,04%. Tanto no mês quanto no trimestre, pesou sobre o desempenho do setor a retração das atividades agrícolas, visto que a pecuária manteve o crescimento. Para insumos, ainda que tenha apresentado a maior elevação entre os segmentos do agronegócio no acumulado do trimestre (0,6%), em março, o resultado foi negativo (-0,19%). O movimento de queda mensal vinculou-se à retração de 0,39% dos insumos agrícolas e, também, à desaceleração para os insumos da pecuária, que subiram apenas 0,09% no mês (frente ao crescimento médio de 0,4% a.m. de janeiro e fevereiro). Quanto ao segmento primário do agronegócio, após quatro meses de altas consecutivas, recuou 0,26% em março. O movimento de queda vinculou-se ao ramo agrícola, que teve retração acentuada no mês de março, de 0,64%. Esse cenário resultou do fraco desempenho dos preços, que caíram 5,8% na comparação entre trimestres, resultado, principalmente, das desvalorizações da batata, café e milho. No ramo pecuário, as atividades primárias apresentaram o melhor desempenho entre os segmentos no trimestre, porém, os resultados refletiram apenas as variações de preços. Entre as atividades primárias da pecuária acompanhadas, o destaque em crescimento foi a bovinocultura de corte, cuja elevação das cotações refletiu a oferta restrita de animais para abate. Já a agroindústria nacional manteve-se com o pior desempenho entre os segmentos do agronegócio, com retrações tanto no processamento vegetal, quanto animal. No caso da indústria agrícola, apenas celulose, papel e gráfica, café, beneficiamento de produtos vegetal e açúcar cresceram no período – todas as demais apresentaram queda em março e no acumulado do trimestre. Para o processamento animal, as indústrias de calçados e abate cresceram, mas, o forte recuo dos laticínios pesou sobre os resultados do segmento. A inflação, medida pelo IPCA, apresentou elevação de 1,32% em março (após alta de 1,22% em fevereiro), a maior taxa mensal desde fevereiro de 2003. Com isso, a variação de 12 meses chegou a 8,13%, também a maior desde dezembro de 2003. Em termos de PIB nacional, o primeiro trimestre do ano também mostrou desempenho negativo: em relação ao primeiro trimestre de 2014 houve contração de 1,6%. Na mesma comparação, mas em termos mais desagregados, segundo o IBGE, apenas a agropecuária e a atividade extrativa mineral cresceram. A indústria recuou 3,0% (com queda de 7% para a Indústria de transformação); a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana registrou queda de 12% e a construção civil redução de 2,9%. O valor adicionado de serviços caiu 1,2%. Ademais, todos os componentes da demanda interna apresentaram queda, sendo que a despesa de consumo das famílias registrou a primeira retração desde o terceiro trimestre de 2003, explicada pelo cenário negativo referente aos indicadores de inflação, crédito, emprego e renda ao longo dos três primeiros meses do ano. De modo geral, os resultados do agronegócio nacional, em suas diversas cadeias e segmentos, têm sentido as incertezas da economia doméstica. A inflação elevada e o PIB em retração, aliados aos juros e desemprego em alta, tem refletido em demanda interna enfraquecida para os produtos do agronegócio, seja no âmbito primário ou industrial, além de resultar em um ambiente de insegurança para a tomada de decisão, fato válido para os diversos setores econômicos na conjuntura atual. Ao mesmo tempo, considerando o contexto externo, tem sido observada a desvalorização do real, aliada à aceleração do crescimento das economias avançadas. Segundo projeções do FMI, o crescimento mundial em 2015 será conduzido por uma retomada destes países, apoiado pela queda dos preços do petróleo. Estes fatores vêm oferecendo um maior estímulo aos exportadores do agronegócio nacional, de modo que diversas empresas do setor têm focado suas estratégias no mercado externo.(Cepea)



    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.

  •  ‹‹ voltar 

     PIB Agro CEPEA-USP/CNA  
     Nota metodológica 
     Definições 
     Equipe 
      
     ESTRUTURA MACRO 
      
     PIB Agro: Diferenças entre Cepea e IBGE 
     Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - CEPEA 
     Departamento de Economia, Administração e Sociologia - DEAS 
     Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - ESALQ 
     Universidade de São Paulo - USP 
     RSS - Cepea 
     twitter/CepeaEsalq 
     facebook/CepeaEsalq 
     youtube/CepeaEsalq 
     Política de Direitos Autorais 
     (19) 3429 8800
     Como Chegar ao Cepea 
     Imprensa 
     Contato 
     Programa de Estágio 
    ©2015 - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ/USP