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PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

PIB do Agronegócio - Dados de 1994 a 2013

  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1994 e 2013).

    Análise de 2012

    Análise de 2013

    Análise de junho/14

    Agribusiness’ scenario in the 1st semester/14 and preliminary perspectives for the year

    PIB 1º semestre e perspectivas para 2014:

    Cenário do agronegócio no 1º semestre e perspectiva preliminar para o ano

    Geraldo Barros e Adriana Ferreira Silva
    Professores Esalq/USP; Pesquisadores Cepea responsáveis pelo cálculo do PIB Agro CEPEA/CNA


    O agronegócio brasileiro acumulou expansão de 1,9% no primeiro semestre de 2014. As perspectivas de aumento da produção para o conjunto das atividades agropecuárias e o maior patamar de preços na comparação entre os semestres (2014/2013) explicam o resultado positivo do setor neste primeiro semestre. O segmento primário da pecuária se destacou no período, acumulando alta de 5,52% de janeiro a junho. Embora de forma menos expressiva, o segmento primário da agricultura também cresceu: taxa de 2,91%. Por outro lado, o segmento Industrial acumulou expansão bem mais modesta no semestre: apenas 0,1%. Entre as 13 indústrias analisadas, sete fecharam o período em baixa. Esses resultados do primeiro semestre permitem projetar que, mantidas as expectativas para a produção e os níveis atuais de preços, o crescimento do PIB do agronegócio no ano de 2014 poderia chegar a 3,8%. Há que se considerar, no entanto, eventuais mudanças no quadro atual que venham a afetar os resultados até o final do ano. A desaceleração dos preços agropecuários marcou o fim do primeiro semestre de 2014, mas, ainda assim, o cenário se manteve positivo frente ao desempenho de 2013. Paralelamente, os preços dos insumos seguiram em baixa, diminuindo as pressões de custos sobre as margens do produtor. Este cenário refletiu sobre o quadro da inflação ao consumidor, que em junho ficou em 0,40%, contra 0,46% em maio. Passada a copa do mundo e considerando-se as expectativas em relação ao cenário mundial, ainda prevalece um quadro de incertezas para o setor. Os preços agropecuários estão em relativa desaceleração, pressionados pelo ritmo fraco da economia interna tanto em renda como emprego. A queda de confiança que se observa entre consumidores e empresários também arrefece as vendas finais e o investimento. Externamente, a demanda pode se sustentar nos níveis médios que têm sido observados; entretanto, em alguns casos, como o da soja com elevada produção prevista nos EUA, podem vir a ocorrer quedas de preço até expressivas. O dólar, sendo artificialmente contido, não vai ajudar os produtores brasileiros. Não se pode negligenciar, evidentemente, as influências do clima, cujo comportamento imprevisível pode levar a erros nas previsões de produção nacional e mundial atuais. No mercado internacional, mudanças importantes, se ocorrerem, dever-se-ão predominantemente ao comportamento do clima. Essas considerações, em conjunto, colocariam a taxa de 3,8% para o ano como um limite superior de previsão de crescimento do agronegócio para 2014, o que não é pouco comparado ao crescimento irrisório previsto para a economia brasileira.(Cepea)

    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.
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     PIB Agro CEPEA-USP/CNA  
     Nota metodológica 
     Definições 
     Equipe de Macroeconomia 
      
     ESTRUTURA MACRO 
      
     PIB Agro: Diferenças entre Cepea e IBGE 
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