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PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

PIB do Agronegócio - Dados de 1995 a 2015

  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1995 e 2015).

    Relatório completo de Fevereiro/16

    O ano de 2016 tem sido marcado por crises em âmbitos político e macroeconômicos, com reflexos sobre o PIB, que deve recuar 3,88% no ano , sobre o Real, que atingiu desvalorização de quase 50% na comparação entre os primeiros bimestres de 2016 e 2015, sobre a inflação, com o IPCA acumulando alta de 10,36% nos últimos 12 meses finalizados em fevereiro/16, e sobre a taxa de desocupação, que esteve na ordem de 9,5% no trimestre encerrado em janeiro/16.
    Combinados, esses fatores vêm deteriorando o poder de compra do consumidor e impactando negativamente nas expectativas dos agentes econômicos e, por conseguinte, nos investimentos. Os impactos chegam também nas cadeias do agronegócio que, em geral, reduziram a produção no bimestre (em relação ao primeiro bimestre de 2015), principalmente aqueles setores mais vinculados ao mercado interno.
    Mesmo diante do contexto desfavorável, o PIB do agronegócio brasileiro acumulou alta no primeiro bimestre do ano, de 1,09%. Entre os ramos, o destaque ficou com o agrícola, que cresceu 1,62%, frente à baixa de 0,06% para o ramo pecuário. Pela ótica dos segmentos do agronegócio, todos apresentaram crescimento no bimestre, impulsionados pelo ramo agrícola. O destaque foi para o segmento primário. De modo geral, o movimento de alta do PIB no acumulado do ano atrelou-se a maiores preços, tendo sido observada retração de produção para quase todos os segmentos, com exceção do primário e da indústria, ambos agrícolas.
    Para o segmento primário agrícola, destaque em crescimento no período, o bom resultado decorre de maiores preços e produção no ano, considerando-se a média das culturas acompanhadas. Altas expressivas para o milho e a soja, culturas com elevada representatividade em valor no segmento, favoreceram o desempenho observado. Já no segmento primário da pecuária, a ligeira baixa registrada derivou de retrações na bovinocultura de corte (bastante representativa no segmento) e na suinocultura. Em contrapartida, elevações para a avicultura de corte e postura e para a produção leiteira ajudaram a amenizar a queda do segmento. Vale frisar que estas atividades, ainda que com faturamento em alta, têm enfrentado expressivo crescimento dos custos de produção.
    Quanto à agroindústria nacional, também impulsionada por maiores preços, acumulou alta de 1,24% no bimestre, motivada pelo desempenho das atividades de processamento vegetal. No caso da indústria de base agrícola, destacaram-se celulose e papel, etanol, beneficiamento de produtos vegetais, açúcar e óleos vegetais. Em contrapartida, com forte recuo da produção, as indústrias de madeira e mobiliário e têxtil-vestuarista registraram o desempenho mais desfavorável no período. Já no segmento industrial da pecuária, apenas a indústria de laticínios cresceu no bimestre, com as indústrias de abate e de calçados apresentando retração. Para os lácteos, a limitação da produção da matéria-prima num contexto de estabilidade da demanda pelos derivados resultou em maiores preços. Na indústria de abate, pesou contra o faturamento a baixa dos preços da carne suína, mas o cenário externo favorável, com dólar elevado e expansão para novos mercados, favoreceu as vendas de carne e os resultados.

    (Cepea)



    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.

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     PIB Agro CEPEA-USP/CNA  
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