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PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

PIB do Agronegócio - Dados de 1994 a 2013

  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1994 e 2013).

    Relatório completo de Outubro/15

    Em outubro, o PIB do Agronegócio brasileiro, puxado pelo “dentro da porteira” da agricultura, cresceu 0,14%, melhor resultado mensal de 2015 até o momento. Para o ramo agrícola, a alta foi de 0,42% e, para o ramo pecuário, houve queda de 0,45%. Mesmo com o bom desempenho no mês, no período, o setor acumulou baixa de 0,43%, com retrações em ambos os ramos.
    O segmento de insumos acumulou alta de janeiro a outubro, puxado principalmente pelos melhores preços na indústria de fertilizantes, sob influência do Real desvalorizado. Especificamente em outubro, as estimativas anuais de faturamento para indústria de alimentação animal tiveram certa piora, resultado da revisão para baixo da expectativa de crescimento da produção por parte do Sindirações.
    Os resultados “dentro da porteira”, que foram positivos no último quadrimestre analisado (julho-outubro), têm sido distintos entre a agricultura e a pecuária. No caso agrícola, as taxas mensais de crescimento têm se acelerado desde julho, refletindo, principalmente, as quedas mais amenas dos preços, na comparação entre períodos.
    Para a média das culturas acompanhadas pelo Cepea, as cotações ainda se mantêm em menor patamar frente ao ano anterior, mas a diferença tem reduzido, principalmente devido à dinâmica observada para soja, milho e batata (nesta ordem). Já o segmento primário da pecuária, com o recuo de outubro, completou sete meses sucessivos de queda. O segmento tem sido pressionado pelo desempenho desfavorável das atividades leiteira e suinícola.
    Por outro lado, a bovinocultura e a avicultura de corte foram as principais influências positivas para o segmento. Para a primeira, o bom resultado ocorreu via preços, e para a segunda, via maior produção. A agroindústria nacional cresceu em outubro, pela primeira vez em 2015, puxada pelo processamento vegetal. Apesar da alta, no acumulado do ano (janeiro a outubro de 2015 em relação ao mesmo período de 2014), o resultado manteve-se negativo para a agroindústria, com baixas em ambos os ramos. Entre as agroindústrias de base agrícola, a de papel e celulose e a açucareira foram destaques positivos, em ambos os casos, sob influência de maiores preços. Já as indústrias têxtil e de vestuário seguiram com os resultados mais desfavoráveis, com expressiva redução da produção no ano. Para as indústrias de processamento animal, apenas a de abate cresceu no período; calçados e laticínios recuaram.(Cepea)



    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.

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     PIB Agro CEPEA-USP/CNA  
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