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PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

  • Perspecitvas para 2015 - Relatório Expandido
    Release

    PIB do Agronegócio - Dados de 1994 a 2013
  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1994 e 2013).

    Relatório completo de Janeiro/15

    O PIB do agronegócio brasileiro iniciou 2015 com alta de 0,13%. Mantendo o movimento observado no fechamento de 2014, o principal impulso em janeiro decorreu do ramo pecuário, que teve expansão de 0,34%. Ainda que de forma menos expressiva, o ramo agrícola também cresceu (ligeiro 0,02%), puxado pelo desempenho do segmento de insumos e do primário, uma vez que na indústria e nos serviços a variação mensal foi negativa. Já no ramo da pecuária, apenas a indústria apresentou queda. Nas atividades primárias da agricultura, o crescimento em janeiro teve a maior taxa mensal desde julho/14, via previsão de aumento de 0,95% da produção (na média das culturas acompanhadas) e modesto crescimento dos preços (0,03%). No que diz respeito aos volumes, o principal impulso decorreu do desempenho esperado para a soja, dada sua representatividade e expectativa de expansão de 8,3% no volume produzido. Em contrapartida, reduções esperadas para outras importantes culturas, como a cana-de-açúcar, pesaram sobre o desempenho do segmento. Na pecuária, as elevações foram mais acentuadas que na agricultura, tanto para preços quanto produção. Em relação às cotações, o crescimento observado na média das atividades acompanhadas (+3,55%) decorreu, principalmente, da expressiva elevação para a bovinocultura de corte. Em relação a suínos, o início de 2015 também foi marcado por preços maiores (na comparação com janeiro do ano passado), mas, para as demais atividades – avicultura de corte e postura e leite –, houve desvalorizações. A agroindústria nacional recuou em janeiro pelo o terceiro mês consecutivo. O cenário foi de baixa tanto para o processamento de produtos de origem vegetal quanto animal. No caso da indústria agrícola, os desempenhos individuais foram bastante divergentes. Para a sucroalcooleira, de óleos vegetais e de outros produtos alimentícios, as variações no mês foram pouco expressivas. Já as indústrias de celulose e papel e do café apresentaram altas significativas em janeiro, amenizando o resultado negativo do segmento. Já as indústrias têxtil e de vestuário, e também de Beneficiamento recuaram expressivamente neste início de ano. Para o processamento animal, ainda que as indústrias de calçados e abate tenham apresentado desempenho bastante favorável, a forte queda para os laticínios pesou sobre o faturamento. O ano de 2015 começou com inflação em alta: taxa mensal 1,24%, medida pelo IPCA. Com isso, em 12 meses a elevação de preços, de 7,14%, ultrapassou expressivamente o limite da meta estabelecida pelo governo federal de 6,5%. As elevações nos valores na energia elétrica e também nas passagens de ônibus e metrô em grandes metrópoles, aliadas às altas no grupo de alimentação e bebidas, foram os principais responsáveis pela taxa registrada. No grupo de alimentos e bebidas, os maiores aumentos foram para a batata-inglesa, feijão-carioca e para o tomate. No contexto do agronegócio, tais elevações ajudaram a manter positivo o resultado do segmento primário em janeiro, compensando as fortes retrações de preços observadas para outros produtos, principalmente, a mandioca e a soja. As expectativas em 2015 são de que a inflação mantenha-se em patamares elevados, provavelmente acima do teto da meta, mesmo sob um cenário de juros mais elevados. Ademais, espera-se que o Brasil vivencie baixo crescimento econômico ou recessão, dólar elevado e aumento do desemprego e dos impostos. Neste cenário, o agronegócio pode ser o único setor a continuar apresentando crescimento mais significativo. Na avaliação da equipe Cepea, o setor vai encontrar um mercado interno estagnado ou em fraca expansão. No contexto internacional, apesar de preços de commodities menores, a desvalorização do Real tem auxiliado o setor, elevando a competitividade dos produtos nacionais. Pode-se também destacar a expressiva queda no preço do petróleo, que segundo projeções da OCDE/FAO se manterá em nível reduzido em 2015 – espera-se queda de 44% no barril entre 2015/2014, o que implica em certo alívio nos custos de produção da agropecuária. (Cepea)

    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.
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     PIB Agro CEPEA-USP/CNA  
     Nota metodológica 
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