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PIB Agro CEPEA-USP/CNA

Calculado pelo Cepea, com o apoio financeiro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

  • Perspectivas para 2015 - Relatório Expandido
    Release

    PIB do Agronegócio - Dados de 1994 a 2013
  • Taxas mensais de crescimento, Valores do PIB Agro (por segmento) e sua participação no PIB do Brasil (agregado e por segmento, entre 1994 e 2013).

    Relatório completo de Abril/15

    O PIB do agronegócio brasileiro recuou novamente em abril, acumulando queda 0,2% no primeiro quadrimestre de 2015. Pesou sobre este resultado o desempenho baixista do ramo agrícola, visto que o pecuário cresceu no período. Tomando-se como base os segmentos do agronegócio, observou-se que apenas o de insumos manteve-se em alta no quadrimestre, apesar de ter apresentado retrações em março e em abril. O resultado positivo para o segmento reflete principalmente o desempenho do grupo de adubos e fertilizantes, para o qual as expectativas para o ano, até o momento, são de expansão tanto em preços e quanto em produção. O segmento primário, após recuar novamente em abril, acumulou queda de 0,41% no ano. O cenário de baixa para o segmento atrela-se às pressões do ramo agrícola, que, no acumulado do quadrimestre, apresentou a retração mais expressiva entre todos os segmentos do agronegócio, de 1,29%. Essa performance desfavorável, por sua vez, reflete a deterioração dos preços agrícolas, visto que, para a produção, a expectativa é de elevação em 2015. No que tange as cotações, as principais pressões relacionam-se às dinâmicas observadas para a mandioca, para o milho e, principalmente, para a soja. Por outro lado, os maiores preços do café amenizaram em certa medida a forte queda da cotação média para as culturas acompanhadas. Do lado da produção, o principal impacto positivo derivou da elevação prevista para a soja. Já para a pecuária (segmento primário), espera-se elevação da renda em 2015, sendo esta impulsionada principalmente pelo desempenho da atividade de produção de bois vivos para corte. Para esta atividade, o bom resultado atrela-se aos maiores preços praticados no ano, com as cotações atingindo patamares recordes em abril. A baixa oferta de animais vivos e as exportações de carne em ritmo de recuperação explicam esse cenário. Entre as outras atividades acompanhadas, espera-se elevação para ovos, estabilidade para suinocultura, e retrações para frango e leite. Já a agroindústria nacional recuou em abril e no quadrimestre. Entre as atividades de processamento vegetal acompanhadas, os destaques positivos foram o desempenho das indústrias cafeeira e açucareira. Para ambas, os resultados foram de alta tanto em preços quanto em produção, mas, vale destacar, que as perspectivas para as cotações do açúcar são de futuras reduções. Já para as indústrias têxtil e vestuarista, as expressivas quedas na produção levaram ao desempenho mais desfavorável observado. Para as atividades de processamento animal, a indústria do abate teve a maior alta esperada de faturamento, resultado, principalmente, dos maiores preços para a carne bovina. Já a indústria de laticínios apresenta a perspectiva mais desfavorável, com menores preços e produção no ano. Em abril, a inflação medida pelo IPCA apresentou elevação de 0,71%, de modo que, no ano, a alta chega a 4,56%, a maior desde 2003 para um primeiro quadrimestre. Em 12 meses, o Índice registra aumento de 8,17%, também o mais intenso desde o acumulado de 12 meses registrado em dezembro de 2003. Destaca-se, entretanto, que houve desaceleração do IPCA em relação a março, quando houve elevação de 1,32%. A menor expansão, e mesmo queda, dos preços de alguns alimentos e bebidas – que tem impactado negativamente no desempenho do segmento primário agrícola – foi um dos fatores que desacelerou o índice em abril. Entre os produtos que mais desaceleram entre março e abril tem-se a cebola e o alho, o óleo de soja e as frutas. Ademais, alguns produtos apresentaram queda de preços, sendo que os principais a influenciar na redução do IPCA foram: batata, mandioca (e farinha de mandioca), feijão, frango, arroz e ovos. Como destacado nos relatórios anteriores, o desempenho do agronegócio tem sido pressionado pelo cenário macroeconômico nacional desfavorável, com quedas da atividade econômica, da confiança na economia, da geração de empregos, entre outros. Projeções para 2015 apontam redução do PIB (em 1,5%), inflação elevada e acima da meta (em 9,2%), além de expansão da dívida bruta, para percentual acima de 6% do PIB (informações MB Associados). As incertezas e perspectivas negativas têm refletido em demanda interna enfraquecida para os produtos do agronegócio, como observado de forma expressiva em grande parte da cadeia pecuária. Por outro lado, a desvalorização do real, a aceleração das economias avançadas e a manutenção do crescimento para países como a China e a Índia, têm apresentado contexto externo favorável ao setor exportador do agronegócio nacional. Como consequência, observou-se expansão ao longo do primeiro quadrimestre do valor em reais das exportações do setor (ainda que estejam em patamar inferior ao mesmo período de 2014), segundo pesquisadores do Cepea. (Cepea)



    Nota: As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em meses subsequentes. Em alguns casos, o ajuste ocorre no mês seguinte, mas, noutros, até três meses depois.

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