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PIB AGRO MINAS GERAIS


O PIB do Agronegócio de Minas Gerais Cepea/Faemg/Seapa é calculado pelo Cepea, com apoio financeiro da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg) e da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG). Este é o primeiro estado a ter seu PIB do Agronegócio calculado pelo Cepea mensalmente.

2016: Maio |

2015: Jan_Dez |

Comentários sobre relatório de maio/16:

O agronegócio mineiro apresentou alta de 0,70% em maio. O resultado positivo atrelou-se ao ramo agrícola, que cresceu 1,44%, visto que houve ligeira queda de 0,08% do ramo pecuário. Assim, a participação estimada no PIB do agronegócio nacional ficou em 13,82%, com elevação de participação em todos os segmentos – ressalta-se, no entanto, que esses valores passam por revisão a cada relatório, devido à atualização das estimativas utilizadas, tanto no País quanto no estado de Minas Gerais. Para o acumulado, o comportamento segue similar, com estimativa de crescimento de 3,68% para o agronegócio do estado, com alta expressiva acumulada de 8,50% no ramo agrícola e recuo de 1,02% no pecuário.
No segmento primário da agricultura, destaca-se o crescimento projetado para a produção de café (23,31%) com relação ao ano anterior – produto de maior representatividade no PIB do segmento primário da agricultura mineira. Também cabe ressaltar a grande elevação nas cotações de produtos como feijão, mandioca, laranja, batata, algodão e milho, tendo, este último, impactado também nos custos da produção pecuária, via alimentação animal. No segmento primário do ramo pecuário, bois, vacas e suínos seguem com baixa acumulada de preços, apesar da recuperação da demanda interna desta última proteína em maio. Já a avicultura de corte e postura vem registrando elevação, mas a pressão dos custos tem sido forte sobre a atividade, em decorrência, principalmente, da elevada cotação do milho no mercado. Com relação ao leite, a captação segue apresentando queda significativa, o que se refletiu em elevação de preços e na baixa produção de derivados.
Nos segmentos industriais, o setor sucroenergético segue em destaque, principalmente motivado pela alta nas cotações acumuladas até maio/16 – as usinas têm permanecido mais açucareiras nesta temporada, aproveitando os bons preços do açúcar. As indústrias mais voltadas ao mercado exportador, como celulose e papel, seguem se beneficiado do patamar elevado do dólar com relação ao Real, apesar do recuo da moeda verificado nos últimos meses.
Com relação ao ambiente macroeconômico, o cenário segue desfavorável. O mercado prevê queda de 3,27% no PIB Brasileiro, conforme levantamento do último relatório Focus do Banco Central . Mesmo diante de tal perspectiva contracionista, o agronegócio tem conseguido resultado positivo, principalmente motivado pela alta das cotações nas cadeias relacionadas ao ramo agrícola. Ao consumidor final, no entanto, a alta nas cotações de produtos agropecuários tem se refletido em inflação dos alimentos. Mesmo com o PIB em perspectiva de queda e com a demanda do consumidor em constante contração, os preços gerais da economia persistem em aceleração ao longo do ano. O IPCA, medida oficial da inflação no País, acumulou alta de 4,05% de janeiro a maio deste ano. Segundo dados do IBGE, os preços dos alimentos seguiram subindo em torno de 1% a. m. de janeiro a abril, e em maio está taxa foi de 0,78%.

Cepea



  • As taxas mensais podem ser alteradas devido aos ajustes de volume feitos pelo IBGE (uma das fontes de dados para o cálculo deste PIB) em até três meses subsequentes.
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