ÁLCOOL: Cepea explica por que o preço na bomba não cai tanto quanto na usina

Após uma variação no preço ao produtor (usina), o preço do álcool hidratado na bomba deve cair em que proporção e quando isso deverá ocorrer? Para responder a esta questão, pesquisadores do Cepea elaboraram artigo sobre transmissão de preço entre segmentos do mercado de um produto num cenário competitivo. A resposta é que o preço é mais estável no segmento consumidor do que no produtor, o que significa que a variação percentual no preço ao produtor (usina, no caso) não é integralmente repassada para o consumidor, tanto numa situação de alta quanto numa de queda de preço. Isso acontece pela existência de um componente fixo na margem de comercialização, ou seja, independentemente do preço do álcool, existem despesas fixas com funcionários, energia e outros itens. Por esse motivo, a participação do preço do álcool ao produtor (usina) no preço final ao consumidor também aumenta quando o produto é reajustado na usina - e vice-versa em situação de queda. Em resumo, a teoria confirma que os preços ao consumidor não devem acompanhar na mesma proporção os movimentos de preços ao produtor. Para obter mais informações sobre o assunto, veja o artigo na íntegra ou a sua síntese publicada na edição de hoje da Gazeta Mercantil (pág. A3). (Cepea)
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