ALGODÃO: Baixa liquidez continua pressionando cotações

O período de baixa liquidez no mercado interno de algodão e a dispersão dos valores da matéria-prima, presente desde a mudança na sistemática da Cofins, marcam o início de março. Em relação à Cofins, notou-se que agentes que permitem crédito da Contribuição estiveram negociando valores pouco acima da média (diferenciais positivos). Por outro lado, aqueles que não permitem crédito se viram pressionados a aceitar cotações abaixo da média. O produto da safra nova para pronta-entrega (principalmente do Paraná) e também para entrega futura deu um tom de aumento de oferta ao mercado, apesar de muitos produtores não estarem disponibilizando suas safras. De qualquer forma, esse fator associado às incertezas quanto à qualidade do algodão colhido pressionaram as cotações, com alguns negócios fechados bem abaixo da média. O Indicador CEPEA/ESALQ, para 8 dias de pagamento, fechou a R$ 2,1034/lp nesta terça-feira, variação nula se comparado com o dia anterior. (Cepea)
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