ALGODÃO: Preço se mantém em queda

Nos últimos dias, o aumento pontual da oferta interna de algodão continuou pressionando as cotações. O prazo para os agentes que adquiriram algodão nos leilões de PEP dos dias 6 e 13 de janeiro comprovarem a venda à indústria terminou na segunda-feira, 28. Assim, cooperativas de produtores aumentaram a oferta da pluma às têxteis. Os compradores que estiveram ativos continuaram pressionando os preços requeridos, sendo bem-sucedidos na maioria dos casos. Nessa terça-feira, 1º, o Indicador CEPEA/ESALQ - 8 dias de pagamento - fechou a R$ 1,2255/lp, queda de 1,21% em relação ao dia anterior. O comportamento baixista também foi agravado pela proximidade das safras paulista e paranaense. Para alguns, isso cria expectativa de aumento ainda maior da oferta. Sabe-se, no entanto, que o volume desses estados é insuficiente para atender à demanda interna e, no Paraná, poucos beneficiaram o produto da safra nova, processo que deve se intensificar somente a partir da segunda quinzena de março. O que de fato pode derrubar ainda mais as cotações é a maior necessidade de caixa do produtor no início de safra, como tradicionalmente se observa. (Cepea)
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