CAFÉ: Alta na CSCE não motiva vendedores

A Bolsa de Mercadorias de Nova York fechou, nessa terça-feira, com 35 pontos positivos nos contratos que vencem em setembro. Apesar da alta na CSCE, no físico o ritmo de negociação permaneceu lento, especialmente para o café fino. Os poucos produtores que possuem os melhores cafés se mantiveram retraídos naquela tarde, à espera de maiores valorizações. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta (conillon) fechou a R$ 129,88, nessa terça, queda de 1,22% no mês. Já o arábica teve alta de 1,1% no mesmo período, com o grão encerrando a terça a R$ 196,93. (Cepea)
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