CUSTOS BOI: Produzir carne volta a ficar mais caro

De agosto para setembro, o Custo Operacional Efetivo (COE) recuou somente nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná - de julho para agosto, a diminuição tinha ocorrido em seis estados. O Custo Operacional Total (COT), que inclui instalações e depreciações, também diminuiu apenas nesses três estados e em Minas Gerais. As variações de setembro indicam, portanto, que, em seis estados, produzir carne voltou a ficar mais caro, se observados os desembolsos mensais (COE). As variações dos custos de agosto para setembro não chegam a ser alarmantes, mas na situação de preços que a pecuária bovina de corte se encontra, qualquer acréscimo pode ter impacto sobre os investimentos. Em setembro, Pará e Rondônia são destaques nas variações dos custos e da arroba do boi gordo. Pecuaristas destes estados conseguiram as maiores valorizações da arroba do boi gordo, 2,56% em Rondônia e 2,35% no Pará, mas arcaram também com altas salgadas como a do diesel que, no Pará, foi reajustado em 10,72% de um mês para outro. Em Rondônia, foram vários os insumos com aumentos significativos. As sementes forrageiras ficaram quase 10% mais caras, medicamentos em geral, 13,07%, os insumos para reprodução animal subiram 9,69% e os serviços terceirizados de máquinas pesadas, 6,06%. Veja análise na íntegra . (Cepea)
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