MILHO: Cotações não reagem

Os preços do milho permanecem em queda devido a três fatores principais: à fraca demanda, ao câmbio e à concorrência com o triguilho, especialmente no Paraná. Entre 1 e 21 de novembro, as cotações do grão recuaram 4,5% no mercado de lotes e 3,7% no de balcão na média das praças pesquisadas pelo Cepea. A reação que alguns agentes otimistas esperavam com a entrada da entressafra, cada vez mais, é descartada. O excedente do milho no Brasil poderia ser exportado para valorizar o preço interno. Contudo, a valorização do Real frente ao dólar, de 16,2% entre janeiro e outubro, está dificultando empresas exportadoras e cooperativas negociar no mercado internacional. No mercado interno, fornecedores de milho estão abastecidos para atender à demanda dos consumidores, contudo a falta de interesse está pressionando as cotações. Compradores seguem adquirindo pequenos volumes, para suprir apenas a necessidade de curto prazo. (Cepea)
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