Estão disponíveis as agromensais de fevereiro/2021

Cepea, 09/03/2021 - Neste mês, confira:

 

AÇÚCAR: O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal (estado de São Paulo) acumulou alta de 0,61% em fevereiro, fechando a R$ 109,26/saca de 50 kg no dia 26. A média mensal foi de R$ 107,70/saca de 50 kg, 1,31% superior à de janeiro (R$ 106,31/sc) e 37,45% acima da média de fevereiro/20 (R$ 78,35/sc), em termos nominais. Leia mais.

 

ALGODÃO: As cotações da pluma fecharam fevereiro com elevação expressiva, superando os R$ 5,00/lp. Entre 29 de janeiro e 26 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, avançou 10,72%. O movimento de alta do Indicador tem sido crescente, de modo geral, desde meados de 2020. Leia mais.

 

ARROZ: Em fevereiro, as negociações envolvendo arroz em casca seguiram lentas no mercado brasileiro. Com o avanço da colheita e os ajustes das paridades de importação e exportação, os preços do arroz caíram para o patamar de agosto de 2020, ou seja, o menor em seis meses. Mesmo assim, as cotações seguiram muito acima da média registrada nos últimos 15 anos, em termos reais (já descontada a inflação). Leia mais.

 

BOI: O Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) operou acima dos R$ 300,00 em praticamente todo o mês de fevereiro. No último dia útil do mês, o Indicador fechou a R$ 303,15, com avanços de 1,1% em fevereiro e de 13,5% no acumulado do ano (de 30 de dezembro de 2020 a 26 de fevereiro de 2021). Mesmo com as demandas doméstica e internacional enfraquecidas nestas primeiras semanas de 2021, a baixa oferta de animais prontos para abate ainda sustentou o movimento de aumento dos valores da arroba. Leia mais.

 

CAFÉ: Os preços domésticos do café arábica tiveram forte alta em fevereiro. No acumulado do mês (de 29 de janeiro a 26 de fevereiro), o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor avançou 88,17 Reais por saca (ou 13,4%), fechando a R$ 746,50/saca de 60 kg no dia 26. Vale apontar que, na média do mês, o Indicador foi de R$ 685,21, forte alta de 75,45 Reais por saca (ou 12,4%) frente a fev/20 e a maior média mensal desde agosto de 2017 (valores deflacionados pelo IGP-DI de jan/21). O impulso veio da demanda firme e das elevações dos futuros da variedade e do dólar, especialmente na segunda quinzena de fevereiro.  Leia mais.

 

ETANOL: Mesmo com as fortes altas registradas neste início de ano, especialmente em fevereiro, o preço médio dos etanóis anidro e hidratado nesta parcial da safra 2020/21 ainda está 1,5% menor na comparação com o mesmo período da temporada anterior (2019/20). Os números consideram as médias dos Indicadores CEPEA/ESALQ mensais dos etanóis anidro e hidratado de abril/20 a fevereiro/21, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IGP-M de fevereiro/21).  Leia mais.

 

FRANGO: Depois de registrarem, em janeiro, o menor volume em mais de dois anos, as exportações brasileiras de carne de frango voltaram a crescer em fevereiro. No mercado doméstico, a demanda também se aqueceu, especialmente na primeira quinzena do mês, favorecida pela alta competitividade da carne de frango, principalmente frente à bovina. Leia mais.

 

MILHO: As cotações do milho finalizaram fevereiro com nova alta, apesar da demanda enfraquecida. O início do mês foi marcado pela queda nos valores na maior parte das regiões brasileiras, refletindo o baixo ritmo de negócios e a resistência de compradores em negociarem nos patamares mais elevados, além das quedas dos preços externos e do câmbio, o que reduziu os valores nos portos, e da melhora no desenvolvimento da safra verão. Já no final de fevereiro, o movimento de alta voltou a ser observado. Vendedores, capitalizados, se retraíram novamente dos negócios, à espera de novas elevações.  Leia mais.

 

OVINOS: Os preços médios estaduais do cordeiro vivo recuaram na maioria das regiões pesquisadas pelo Cepea em fevereiro. Os estados que registraram as maiores desvalorizações foram Paraná e São Paulo, com respectivas variações negativas de 18% e 13%. Já no mercado de carne ovina, os valores estaduais da carcaça permaneceram praticamente estáveis na comparação com os de janeiro. Leia mais.

 

SOJA: Mesmo com as valorizações externa e cambial, os preços da soja caíram no mercado doméstico em fevereiro, influenciados pela queda dos prêmios de exportação no Brasil. Vale ressaltar que a logística nos portos para março já está praticamente comprometida, inviabilizando a comercialização de grandes volumes no mercado spot. Com isso, lotes maiores têm sido negociados com embarque apenas a partir de abril. Leia mais.

 

TRIGO: Os preços do trigo em grão encerraram fevereiro, período de entressafra, em alta. Segundo colaboradores do Cepea, o foco dos produtores esteve na colheita da safra de verão, especialmente de soja, e na definição do cultivo da segunda safra, em que se enquadra o trigo. Assim, a oferta esteve baixa. Do lado comprador, moinhos permaneceram ausentes do mercado no final de fevereiro, visto que afirmavam ter estoques elevados de produtos acabados. Nesse cenário, apesar das altas dos valores, as negociações seguiram lentas. Leia mais.

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