Estão disponíveis as agromensais de julho/2021

Cepea, 04/08/2021 - Neste mês, confira:

 

AÇÚCAR: O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou alta de 3,44% em julho, fechando a R$ 117,48/saca de 50 kg no dia 30. A média mensal foi de R$ 116,40/saca de 50 kg, 0,04% superior à de junho e 50,46% acima da de julho/20, em termos nominais. Esse cenário altista, que vem prevalecendo nesta temporada 2021/22, tem sido atribuído à oferta restrita do cristal no mercado spot nacional, devido à queda da produção por conta do clima desfavorável. Leia mais.

 

ALGODÃO: Os preços internos do algodão em pluma apresentaram dois momentos distintos ao longo de julho. Do início do mês até o dia 19, as cotações subiram com certa força, impulsionadas pela baixa oferta do produto no spot nacional – diante disso, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, chegou a atingir R$ 5,09/libra-peso no dia 19. Já a partir do dia 20 de julho, os valores se enfraqueceram, pressionados pelo menor interesse comprador e também pelo ligeiro aumento na oferta – cenário que levou o Indicador a operar abaixo de R$ 5/lp no encerramento do mês. Leia mais.

 

ARROZ: Os preços do arroz em casca apresentaram altas no Rio Grande do Sul em praticamente todos os dias de julho, voltando a operar nos patamares observados no início de junho. No acumulado de julho, a recuperação nos valores foi de 9,16%, com reações mais expressivas na segunda quinzena do mês, devido à presença mais ativa de compradores e à restrição vendedora. Leia mais.

 

BOI: Há quase um ano, os preços da arroba bovina negociada no mercado paulista (Indicador CEPEA/B3, à vista) operam acima dos observados para a carcaça casada comercializada no atacado da Grande São Paulo (também à vista). E, em julho, a diferença média entre os valores da arroba desses produtos atingiu 15,33 Reais, a maior vantagem do boi sobre a carcaça casada desde agosto de 2016, quando foi de 15,97 Reais. Vale lembrar que os preços da arroba do boi em 2016 estavam em patamares elevados, ainda devido à restrição de oferta iniciada em 2015, ao passo que os valores da carne caíram em boa parte de 2016 – justamente até agosto daquele ano –, tendo em vista as crises econômica e política e o alto desemprego no País. Leia mais.

 

CAFÉ: Julho foi marcado pelo expressivo avanço dos preços do café arábica. No início do mês, as cotações foram impulsionadas pela previsão de frio e de seca nas regiões cafeeiras do Brasil. Apesar da menor umidade ser ideal para a colheita, muitos cafeicultores já estavam preocupados com a safra 2022/23 (bienalidade positiva), devido ao clima seco desde o final de março. Porém, foi no final de julho que as altas nos preços se intensificaram, após a ocorrência de geadas na maior parte das regiões produtoras. Leia mais.

 

ETANOL: Em julho, o volume de etanol hidratado vendido pelas usinas de São Paulo no mercado spot foi o menor desde fevereiro de 2017, segundo dados apurados pelo Cepea, com queda de 13% frente a junho deste ano. Na comparação com julho de 2020, o recuo foi ainda mais expressivo: de 28,4%. Leia mais.

 

FRANGO: Dos cortes ao frango vivo, os preços da avicultura de corte apresentaram altas consecutivas no mercado doméstico em julho, impulsionados pelas vendas internas aquecidas. Diante da sequência de valorizações, as cotações do setor operaram em patamares recordes nominais. Leia mais.

 

MILHO: Em julho, os preços do milho seguiram avançando em praticamente todas as praças acompanhadas pelo Cepea. O Indicador ESALQ/BMF&Bovespa, referente a região de Campinas (SP), chegou a somar 11 dias de elevações consecutivas e voltou aos patamares de maio deste ano. O movimento de alta foi sustentado pela retração de produtores em pleno período de colheita do milho segunda safra. Leia mais.

 

OVINOS: Em julho, os preços do cordeiro vivo e da carcaça, de modo geral, apresentaram movimentos diferentes. Em São Paulo, o preço do animal registrou aumento de 8,8% de junho para julho, a R$ 12,11/kg. A carcaça, por sua vez, se valorizou expressivos 12,7%, comercializada, em média, a R$ 29,30/kg em julho. Leia mais.

 

SOJA: A alta dos prêmios de exportação, a valorização cambial, os baixos estoques das indústrias brasileiras e a firme demanda doméstica elevaram os preços da soja em julho. Além disso, a partir da segunda quinzena do mês, os sojicultores brasileiros estiveram retraídos, evitando negociar grandes volumes da oleaginosa no mercado spot. Leia mais.

 

TRIGO: Agentes consultados pelo Cepea apontam que as geadas que ocorreram no Brasil na primeira semana de julho não prejudicaram de forma intensa a maior parte das lavouras de trigo, já que estas ainda estavam em período inicial de desenvolvimento. Diante disso e também do avanço do cultivo da nova temporada, novos dados oficiais reforçam as expectativas de safra recorde no País. Leia mais.

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