O Boletim do Leite de outubro já disponível em nosso site!

Cepea, 18/10/2019 - Nesta edição, confira:

 

“Preços podem se manter estáveis em outubro”

Os preços do leite pagos ao produtor apresentam tendência sazonal de queda a partir de setembro, devido ao aumento da produção no Sul do País e ao retorno das chuvas no Sudeste e no Centro-Oeste. No entanto, neste ano, o movimento do mercado está atípico para o período. De acordo com a pesquisa do Cepea, o preço pago ao produtor em setembro, referente ao leite entregue em agosto, registrou alta de 2% – ou 3 centavos – na “Média Brasil” líquida, atingindo R$ 1,3728/litro, em termos reais (IPCA de setembro/19). A expectativa de agentes do setor é de que, em outubro, os preços se mantenham estáveis. Leia mais!

 

“Demanda estagnada pressiona valores em setembro”

Os preços dos derivados lácteos negociados nos atacados de São Paulo caíram de agosto para setembro e se mantiveram em queda na primeira metade de outubro, pressionados pela demanda enfraquecida. Segundo colaboradores do Cepea, os estoques de atacadistas permanecem abastecidos, dificultando as negociações dos laticínios. Esses agentes da indústria, por sua vez, acabam fazendo promoções, no intuito de escoar o derivado. Leia mais!

 

“Volumes importado e exportado aumentam em setembro”

Diante da baixa oferta de matéria-prima no mercado doméstico, as importações de leite aumentaram 25,6% entre agosto e setembro, somando 12,8 mil toneladas no último mês. Quanto às exportações nacionais, também registaram alta no fechamento do mês. O volume de produtos lácteos embarcado somou 2 mil toneladas, 10,8% acima do observado no mês anterior. Leia mais!

 

“Após 3 meses em queda, custos ficam estáveis em setembro”

Os custos de produção da pecuária leiteira registraram estabilidade em setembro. O Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os gastos correntes da propriedade na “média Brasil” (BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), aumentou apenas 0,03% frente a agosto, e o Custo Operacional Total (COT), que engloba o COE, o pró-labore e as depreciações, 0,01%. Leia mais!

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