O Boletim do Suíno de dezembro está disponível em nosso site!

Cepea, 12/01/2021 - Nesta edição, confira: 

 

Mercado em dezembro
A pandemia de covid-19 trouxe para a suinocultura brasileira um cenário de incertezas e de muitos desafios em 2020. Depois de caírem com força entre março e abril, quando as recomendações de distanciamento social e decretos municipais e estaduais impactaram significativamente a demanda por produtos suinícolas, os valores tanto do suíno vivo quanto da carne iniciaram um movimento de recuperação em todas as praças acompanhadas pelo Cepea, atingindo recordes reais em setembro, impulsionados principalmente pelas exportações, pelo auxílio emergencial do governo federal e a gradativa retomada das atividades econômicas. Contudo, a recuperação dos preços foi interrompida em dezembro, mês que foi marcado por quedas nas cotações. Leia mais.

 

Preços e exportações

Ao longo de 2020, os embarques de carne suína permaneceram elevados, atingindo volumes recordes. Em dezembro, especificamente, a quantidade embarcada recuou, sendo a menor em oito meses, mas, ainda assim, foi a mais elevada para o mês. De acordo com dados da Secex compilados pelo Cepea, foram exportadas 81,3 mil toneladas de carne suína em dezembro, queda de 6% na comparação com novembro, mas 8,7% acima do volume de dezembro de 2019. Esse recuo mensal esteve atrelado aos menores envios a Hong Kong e ao Vietnã, importantes destinos da proteína brasileira. De novembro a dezembro, as exportações a Hong Kong recuaram 18,9%, somando 10,25 mil toneladas no último mês. Ao Vietnã, foram embarcadas 1,15 mil toneladas, forte queda mensal de 49,7%.Leia mais. 

 

Relação de troca e insumos
No mês de dezembro, a desvalorização do suíno no mercado interno foi mais intensa do que a observada para os principais insumos consumidos na atividade, milho e farelo de soja. Com isso, o poder de compra dos suinocultores frente a esses produtos recuou, chegando, inclusive, ao menor patamar dos seis meses anteriores. Leia mais.

 

Carnes concorrentes
O atípico movimento de diminuição das vendas internas de carne suína – e de consequente queda no preço do animal vivo, principalmente na primeira quinzena de dezembro – fez o valor médio da proteína cair fortemente no último mês do ano. Assim, as altas mensais, que vinham sendo observadas desde abril/20, foram interrompidas, o que, por sua vez, elevou a competividade da proteína suína frente às concorrentes (bovina e de frango). Leia mais.

 

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