O Boletim do Suíno de junho está disponível no site!

Cepea, 14/07/2021 – Nesta edição, confira: 

 

Mercado em junho
O mercado de suíno vivo independente esteve altamente demandado na primeira quinzena de junho, cenário que elevou as cotações de forma intensa no período. Já a partir da segunda quinzena, os valores se enfraqueceram, devido à forte retração nas vendas internas. Apesar disso, os avanços nas primeiras semanas do mês garantiram um aumento na média de junho frente à do mês anterior – esse contexto foi verificado na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea. Leia mais.

 

Preços e exportações
Os embarques de carne suína (in natura, salgados e industrializados) atingiram em junho o segundo maior volume da história, atrás somente do recorde alcançado em março de 2021. O principal motivo do avanço, nas duas ocasiões, segue sendo os envios à China. De acordo com dados da Secex, organizados pelo Cepea, em junho, foram exportadas 107,5 mil toneladas de carne suína, quantidade 6,7% maior que a de maio e, ainda, 12,9% acima da de junho/20. Leia mais.

 

Relação de troca e insumos
Em junho, enquanto os preços do suíno vivo registram aumento, os valores dos principais insumos da alimentação, o milho e o farelo de soja, estiveram em queda, contexto que diminui a pressão desse custo sobre as margens da atividade. Leia mais.

 

Carnes concorrentes
Com demanda interna aquecida, principalmente na primeira quinzena, os preços das carnes de frango, bovina e suína negociadas no mercado atacadista da Grande São Paulo registraram valorizações em junho. As movimentações mais intensas para as carnes suína e bovina, porém, fizeram com que a proteína de porco perdesse competitividade frente à carne de frango, mas ganhasse na comparação com a bovina. A distância entre os preços da carne suína e da bovina, inclusive, foi recorde em junho. Leia mais.

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